Fazei
Isto em Memória de Mim
Tela 1
Juntem-se a nós em oração:
Pai Celestial de todos nós:
Segundo os evangelhos, poucas horas antes de Sua morte, Jesus compartilhou a Páscoa com
os discípulos.
Apesar de Jesus ter participado da Páscoa todos os anos, aquela foi muito especial: na
verdade, Ele a transformou, instituindo a Ceia do Senhor.
O que é a Ceia do Senhor, qual é o seu significado e, principalmente, qual a sua
importância para o cristão?
Pai celestial, por favor nos ilumine com o Espírito Santo, enquanto buscamos a Sua
Palavra. Oramos em nome de Jesus.
Amém.

Tela 2
Êxodo 12:3,5-7,11
Aos dez deste mês, tome cada um para si um cordeiro,
segundo as casas dos pais, um cordeiro para cada casa. (...)
O cordeiro, ou cabrito, será sem mácula, um macho de um ano. (...)
E todo o ajuntamento da congregação de Israel o sacrificará à tarde. E tomarão do
sangue e pô-lo-ão em ambas as ombreiras e na verga da porta, nas casas em que o comerem
(...)
É a Páscoa do Senhor.
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A instituição da Páscoa remonta ao tempo de Moisés, em que o povo de Israel
estava em cativeiro no Egito.

Tela 3
Êxodo 12:12,13
E eu passarei pela terra do Egito esta noite e ferirei
todo primogênito na terra do Egito, desde os homens até aos animais; e sobre todos os
deuses do Egito farei juízos. Eu sou o Senhor.
E aquele sangue vos será por sinal nas casas em que estiverdes.
Vendo eu sangue, passarei por cima de vós, e não haverá entre vós praga de mortandade,
quando eu ferir a terra do Egito.
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Para convencer Faraó a libertar o povo de Israel, Deus enviou nove pragas
sobre o Egito, mas foi em vão.
Durante a décima praga, a terra do Egito foi atingida com a morte de todos os
primogênitos: apenas as famílias que participaram da Páscoa foram poupadas.

Tela 4
Êxodo 12:14
E este dia vos será por memória, e celebrá-lo-eis por
festa ao Senhor; nas vossas gerações o celebrareis por estatuto perpétuo.
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O povo de Israel demonstrava sua fé em Deus por meio de um ato concreto, ou
seja, matando um cordeiro e pondo seu sangue nos umbrais e na barra horizontal das portas.
Na noite seguinte, eles viram o anjo destruidor passar por cima, «pular» as casas que
tinham essa marca, poupando o primogênito de todas as famílias que tinham obedecido às
ordens de Deus.

Tela 5
Lucas 22:7,8
Chegou, porém, o dia da Festa dos Pães Asmos, em que
importava sacrificar a Páscoa.
E [Jesus] mandou a Pedro e a João, dizendo: Ide, preparai-nos a Páscoa, para que a
comamos.»
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Fiel ao mandamento do Pai, Jesus, durante o seu ministério aqui na Terra,
celebrou a Páscoa.
Porém, à medida que o dia da crucificação se avizinhava, Ele deu novos símbolos aos
discípulos, transformando o significado da festa.
Por que Ele fez isso?

Tela 6
João 1:29
João viu a Jesus, que vinha para ele, e disse:
«Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.»
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Jesus sabia que a Páscoa era mais do que o memorial da libertação de Israel
quanto à escravidão no Egito.
A Páscoa anunciava e simbolizava a suprema libertação, conquistada pelo Cordeiro de
Deus, sacrificado na cruz, que salvou os crentes dos pecados.

Tela 7
Números 9:12
Dela [da Páscoa] nada deixarão até à manhã e dela
não quebrarão osso algum; segundo todo o estatuto da Páscoa, a celebrarão.
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João 19:33,36
Mas, vindo a Jesus e vendo-o já morto, não lhe
quebraram as pernas. (...)
Porque isso aconteceu para que se cumprisse a Escritura, que diz: «Nenhum dos seus ossos
será quebrado.»
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A Páscoa prefigurava com perfeição a morte de Jesus na cruz, até mesmo
quanto aos ossos do cordeiro, que não eram quebrados durante o sacrifício.

Tela 8
1 Coríntios 5:7
Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós.
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1 Pedro 1:18,19
(...) sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como
prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver que, por tradição,
recebestes dos vossos pais, mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro
imaculado e incontaminado.
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Sendo assim, a Páscoa prefigurou o sacrifício de Cristo na cruz.
Daquele momento em diante, a festa da Páscoa se tornou inútil.

Tela 9
Lucas 22:14-16
E, chegada a hora, pôs-se à mesa, e, com ele, os doze
apóstolos. E disse-lhes:
«Desejei muito comer convosco esta Páscoa, antes que padeça, porque vos digo que não a
comerei mais até que ela se cumpra no Reino de Deus.»
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Desse modo, durante essa última Páscoa, Jesus instituiu novos símbolos para
substitui-la.
Esses símbolos representariam com maior perfeição o Seu sacrifício na cruz. Quais são
eles?

Tela 10
Lucas 22:19
E [Jesus], tomando o pão e havendo dado graças,
partiu-o e deu-lho, dizendo:
«Isto é o meu corpo, que por vós é dado; fazei isso em memória de mim.»
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João 6:51
[Jesus disse:]
«Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém comer desse pão, viverá para sempre;
e o pão que eu der é a minha carne.»
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O primeiro elemento é o pão asmo (sem fermento), que simboliza o corpo de
Jesus Cristo, oferecido em sacrifício por nossos pecados.

Tela 11
Lucas 22:17,18,20
E [Jesus], tomando o cálice e havendo dado graças,
disse:
«Tomai-o e reparti-o entre vós, porque vos digo que já não beberei do fruto da vide,
até que venha o Reino de Deus. (...)
Este cálice é o Novo Testamento no meu sangue, que é derramado por vós.»
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João 6:53
Na verdade, na verdade vos digo que, se não comerdes a
carne do Filho do Homem e não beberdes o seu sangue, não tereis vida em vós mesmos.
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O segundo elemento é o vinho não fermentado, simbolizando o sangue que Jesus
derramou por nós.
Ressaltamos que todo crente deve beber desse vinho.

Tela 12
João 6:54,55
Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida
eterna, e eu o ressuscitarei no último Dia.
Porque a minha carne verdadeiramente é comida, e o meu sangue verdadeiramente é bebida.
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Ao ler essas palavras de Jesus, muitos acreditam que, durante a Ceia do Senhor,
o pão e o vinho miraculosamente se transformaram no corpo e no sangue de Jesus. Essa
crença se chama «transubstanciação».
Outros crêem que o corpo e sangue de Jesus são acrescentados ao pão e ao vinho, ou
seja, que ocorre a «consubstanciação».
Sendo assim, quem está com a razão?

Tela 13
João 10:9
[Jesus disse:] «Eu sou a porta.»
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João 14:6
Disse-lhe Jesus: «Eu sou o caminho.»
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João 15:1
[Jesus disse:] «Eu sou a videira verdadeira.»
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Quando as pessoas usam citam as palavras de Jesus - «Esse
é o meu corpo, esse é o meu sangue» - para defender a idéia da
transubstanciação ou da consubstanciação, ignoram que Ele freqüentemente usou
metáforas e imagens para descrever a Si mesmo.

Tela 14
João 6:52,63
Disputavam, pois, os judeus entre si, dizendo:
«Como nos pode dar este a sua carne a comer?» (...)
Jesus disse:
«O espírito é o que vivifica, a carne para nada aproveita; as palavras que eu vos disse
são espírito e vida.»
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Jesus, notando que os próprios judeus estavam tomando ao pé da letra as
palavras a respeito do Seu corpo e sangue oferecidos como alimento, fez esta correção: «as palavras que eu vos disse são espírito e vida».
Portanto, o pão e o vinho não são literalmente o corpo e o sangue de Jesus, mas um
símbolo deles.

Tela 15
Hebreus 7:27
Que [Jesus] não necessitasse, como os sumos sacerdotes,
de oferecer cada dia sacrifícios, primeiramente, por seus próprios pecados e, depois,
pelos do povo; porque isso fez ele, uma vez, oferecendo-se a si mesmo.
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A transubstanciação e a consubstanciação implicam que a cada comunhão o
corpo e o sangue de Jesus são repetidamente oferecidos em sacrifício.
Entretanto, a Palavra de Deus claramente afirma que esse sacrifício não precisa ser
repetido, já que foi oferecido de uma vez por todas.

Tela 16
1 Coríntios 11:23-25
O Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o
pão; e, tendo dado graças, o partiu e disse:
«Isto é o meu corpo que é partido por vós; fazei isto em memória de mim.»
Semelhantemente também, depois de cear, tomou o cálice, dizendo:
«Este cálice é o Novo Testamento no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que
beberdes, em memória de mim.»
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O ensinamento da Palavra de Deus é claro: o objetivo da Ceia do Senhor não é
oferecer repetidas vezes o sacrifício de Jesus, mas comemorar esse sacrifício, que foi
oferecido de uma vez por todas no Calvário.

Tela 17
1 Coríntios 11:26,27
Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes
este cálice, anunciais a morte do Senhor, até que venha.
Portanto, qualquer que comer este pão ou beber o cálice do Senhor, indignamente, será
culpado do corpo e do sangue do Senhor.
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A participação na Ceia do Senhor é um ato solene.
Devemos celebrar esse ritual com a devida reverência ao nosso Salvador, fazendo
distinção entre o alimento comum e os símbolos consagrados que representam a morte de
Cristo.

Tela 18
1 Coríntios 11:28,29
Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim coma deste
pão, e beba deste cálice.
Porque o que come e bebe indignamente come e bebe para sua própria condenação, não
discernindo o corpo do Senhor.
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A Ceia do Senhor é a comemoração do preço pago para nos salvar de nossos
pecados: a vida de Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus.
Portanto, o ato de participar dessa Comunhão requer uma preparação adequada de nossa
parte.
É o momento para um exame de consciência, confissão de nossos pecados a Deus e
arrependimento sincero.

Tela 19
Lucas 22:24
E houve também entre eles [os apóstolos] contenda sobre
qual deles parecia ser o maior.
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Infelizmente, poucas horas antes da morte do Mestre, os apóstolos pareciam
estar preocupados somente em saber qual deles era o maior...
Contudo, Jesus estava prestes a instituir um ritual que deve ser feito antes da Ceia do
Senhor.
Esse ritual os convidaria a renunciar ao orgulho e às ambições, preparando-os para a
Comunhão.

Tela 20
João 13:1
Ora, antes da festa da Páscoa, sabendo Jesus que já era
chegada a sua hora de passar deste mundo para o Pai, como havia amado os seus que estavam
no mundo, amou-os até ao fim.
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É assim que João apresenta o ritual que Jesus iria instituir, a fim de
preparar seus discípulos para a Ceia do Senhor.

Tela 21
João 13:4,5
[Jesus] levantou-se da ceia, tirou as vestes e, tomando
uma toalha, cingiu-se.
Depois, pôs água numa bacia e começou a lavar os pés aos discípulos e a enxugar-lhos
com a toalha com que estava cingido.
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Segundo o costume, antes da refeição, um servo tinha que lavar os pés, sujos
de poeira, dos viajantes.
Na falta de um servo, nenhum dos discípulos queria humilhar-se, lavando os pés dos
outros.
Então o próprio Jesus lhes lavou os pés, ensinando a eles uma verdadeira lição de
humildade.

Tela 22
João 13:12-14
Depois que lhes lavou os pés, e tomou as suas vestes, e
se assentou outra vez à mesa, disse-lhes:
«Entendeis o que vos tenho feito?
Vós me chamais Mestre e Senhor e dizeis bem, porque eu o sou.
Ora, se eu, Senhor e Mestre, vos lavei os pés, vós deveis também lavar os pés uns aos
outros.»
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O lava-pés é um ritual que nos ensina a nos humilhar e a servir aos outros,
independentemente da classe social.
Também é uma oportunidade para o exame de consciência, para completar adequadamente a
nossa preparação para a Ceia do Senhor.

Tela 23
João 13:14,15
Ora, se eu, Senhor e Mestre, vos lavei os pés, vós
deveis também lavar os pés uns aos outros.
Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também.
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Muitos cristãos não praticam mais o ritual do lava-pés antes da Ceia do
Senhor.
Entretanto, Jesus indica claramente que devemos observar esse ritual, sabendo que é ideal
para preparar o nosso coração para tomar parte da Ceia do Senhor.

Tela 24
João 13:14-17
Vós deveis também lavar os pés uns aos outros. Porque
eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também.
Na verdade, na verdade vos digo que não é o servo maior do que o seu senhor, nem o
enviado, maior do que aquele que o enviou.
Se sabeis essas coisas, bem-aventurados sois se as fizerdes.
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Jesus insistiu por três vezes, para que praticássemos o ritual do lava-pés:
1. «Vós deveis também lavar os pés uns aos outros.»
2. «Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais
vós também.»
3. «Se sabeis essas coisas, bem-aventurados sois se as fizerdes.»

Tela 25
João 13:10
Disse-lhe Jesus:
«Aquele que está lavado não necessita de lavar senão os pés, pois no mais todo está
limpo.»
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Na lição «Nascido da Água e do
Espírito», vimos que o batismo (uma imersão completa) simboliza a justificação do
crente, o perdão de seus pecados e a completa regeneração em Jesus Cristo.
Porém, conforme caminhamos na vida cristã, nossos pés ficam empoeirados: sendo assim,
vamos a Jesus para que nos limpe.
O lava-pés, que é como um pequeno batismo, simboliza essa limpeza, lembrando-nos de que
sempre precisamos do sangue de Jesus.

Tela 26
João 13:10
Disse-lhe Jesus:
«Aquele que está lavado não necessita de lavar senão os pés, pois no mais todo está
limpo.»
----------------------------------------------------
Agora entendemos melhor as palavras de Cristo: quem foi lavado (pelo batismo)
não precisa ser batizado novamente quando comete um erro, já que não perdeu sua fé em
Cristo.
O lava-pés é uma garantia contínua da graça purificadora de Cristo.
Entretanto, recordemos que o batismo e o lava-pés não têm poder purificador em si
mesmos: É Cristo que nos limpa, por meio desses rituais.

Tela 27
João 6:56,57
Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em
mim, e eu, nele.
Assim como o Pai, que vive, me enviou, e eu vivo pelo Pai, assim quem de mim se alimenta
também viverá por mim.
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Apocalipse 3:20
Eis que estou à porta e bato.
Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e com ele cearei, e
ele, comigo.
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Quando participamos do lava-pés e da Ceia do Senhor, essa participação
fortalece a nossa comunhão com o nosso Salvador, Jesus Cristo.

Tela 28
Gálatas 2:20
Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu,
mas Cristo vive em mim.
---------------------
Efésios 3:17
(...) Cristo habite, pela fé, no vosso coração.
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Ao participar do lava-pés e da Ceia do Senhor, renovamos nossa aliança com
Jesus Cristo, convidando-O mais uma vez a habitar no nosso coração, solidificando os
laços que nos unem ao nosso Salvador e Senhor.

Tela 29
1 Coríntios 10:16,17
Porventura, o cálice de bênção que abençoamos não
é a comunhão do sangue de Cristo?
O pão que partimos não é, porventura, a comunhão do corpo de Cristo?
Porque nós, sendo muitos, somos um só pão e um só corpo; porque todos participamos do
mesmo pão.
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Naturalmente, a participação no lava-pés e na Ceia do Senhor fortalece a
nossa comunhão com os irmãos em Jesus.
Esses rituais nos unem e nos conscientizam de que somos da mesma grande família: a igreja
de Deus.

Tela 30
Mateus 26:29
E digo-vos que, desde agora, não beberei deste fruto da
vide até àquele Dia em que o beba de novo convosco no Reino de meu Pai.
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Não nos esqueçamos disto: não há mágica na Ceia do Senhor.
No entanto, esse ritual é uma graça que nos confere os efeitos da morte e da
ressurreição de Cristo, e de Sua vida dentro de nós.
Além disso, também nos transmite a esperança de Sua breve volta gloriosa, uma
esperança tão cara ao coração de todos os cristãos.

Tela 31
1 Coríntios 11:26
Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes
este cálice, anunciais a morte do Senhor, até que venha.
---------------------
Apocalipse 19:7,9
Regozijemo-nos, e alegremo-nos, e demos-lhe glória,
porque vindas são as bodas do Cordeiro (...).
Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro.
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Sempre que participamos da Ceia do Senhor, antecipamos o dia em que, no reino
de Deus, nos sentaremos à mesa com Jesus!

Tela 32
Agradeçamos a Deus pela Sua bondade para conosco:
Senhor:
Sabemos que não devemos esquecer jamais o alto preço que o Senhor consentiu em pagar
pela nossa salvação: a vida do Seu Filho Unigênito, Jesus Cristo.
Para que nos lembremos desse sacrifício, o Senhor nos deu a maravilhosa Ceia do Senhor,
precedida pelo lava-pés, a fim de preparar o nosso coração para participar da Sua
Comunhão.
Por favor, nos dê a oportunidade de participar desses dois rituais para que, por meio
deles, possamos fortalecer os laços que nos unem ao Senhor e também aos nossos irmãos.
Essa é a nossa oração, em Jesus Cristo.
Amém.

O teste da Lição 9 está esperando por você!
(Disponíveis somente em inglês e francês.)


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